Num mosteiro havia o Grande Mestre e o Guardião. O Guardião morreu e foi preciso substituí-lo. O Grande Mestre reuniu todos os irmãos para fazer a nova indicação.
Assumiria o posto o monge que conseguisse resolver, primeiro, o problema a ser apresentado naquele momento.
Então o Grande Mestre colocou um banquinho no centro da sala e, em cima, um vaso de porcelana raríssimo, com uma belíssima rosa amarela a enfeitá-lo. Disse apenas: “Aqui está o problema”!
Todos ficaram olhando a cena. O lindíssimo vaso, de valor extraordinário, a flor maravilhosa no centro! O que representam? O que fazer? Qual será o enigma?
Nesse momento, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e “zapt”. Destruiu tudo com um só golpe.
Tâo logo o discípulo retornou ao seu lugar, o Grande Mestre falou: “Você é o novo Guardião... Não importa que o problema seja algo lindíssimo.
Se for um problema, precisa ser eliminado.”
Um problema é um problema, mesmo que seja uma mulher sensacional, um homem maravilhoso, um grande amor que acabou. Se acabou, por mais lindo que tenha sido , se não tem mais espaço precisa ser eliminado.
A indecisão é a sustentação do problema. Quando decidimos o que está pendente, acabou-se o problema.
Quando algo não está indo bem, precisamos parar e refletir:
-Qual o problema que temos na cabeça, ou no coração, e ainda não resolvemos?
-Quero mesmo resolvê-lo?
-O que já fiz para isso?
-Já me dei o tempo necessário para resolvê-lo ou estou enchendo o tempo de coisas a fim de evitar pensar e sentir o que me aflige?
-Para que está me servindo a manutenção desse problema?
A VIDA É MUITO BREVE PARA QUE A DESPERDICEMOS COM DIAS DE SOFRIMENTO INÚTIL!
[Shinyashiki- Amar pode dar certo; p.82]

Este livro é ótimo!!!
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